A correção de um erro, 40 anos depois

O Brasil é um país onde os acidentes de trânsito respondem pelo grande número de mortes. Fatores muitos. Mas, particularmente, eu gostaria de chamar atenção para falhas de sinalização nas rodovias e nas ruas.

Excluindo essas artérias que receberam mudanças para ampliação do tráfego, a maioria das ruas e avenidas de Fortaleza não tem uma sinalização de vergonha. Em muitos locais, o ‘pare’ sumiu do cruzamento para vias preferenciais e, com isso, os acidentes se sucedem.

Quem viaja pela Estrada do Algodão, depois de Quixeramobim vai pegar algumas curvas que merecem atenção do guiador. Em muitas delas não há sinalização da angulação da curvatura para orientação de quem vai dirigindo.

Muitos acidentes têm ocorrido, também, por conta de erro de engenharia. Depois de 40 anos, só agora o pessoal do DNIT está fazendo a correção daquela famosa ‘curva da morte’, localizada na BR-222, responsável por uma série de acidentes que vitimaram muitas pessoas. Pelo que eu soube, as autoridades de trânsito reconheceram a falha e estão corrigindo. Nesse tempo todinho, nunca ninguém acionou o Estado pelas vitimas que uma falha de construção acabou colaborando.  

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