MUNDO ECONÔMICO

Dezembro 21, 2007 por nonatoalbuquerque

ícones
quem vende mais, depois de morto

Elvis não morreu mesmo. Pelo menos quando o assunto é dinheiro, o Rei do Rock está mais vivo do que nunca. A revista americana Forbes divulgou lista de celebridades que mais geram lucros, mesmo após a morte. Algumas conseguem a proeza de produzir mais riqueza agora do que antes.O cantor Elvis Presley lidera a relação, com faturamento de US$ 40 milhões. O segundo lugar está com o cartunista Charles Schulz, criador de Charlie Brown, com US$ 35 milhões. Na terceira posição aparece o autor da série de livros do Senhor dos Anéis, J.R.R. Tolkien, com US$ 23 milhões.De acordo com a Forbes, os ganhos vêm do pagamento de direitos autorais, royalties, licenciamento, merchandising e venda de produtos. Na maioria das vezes, quem embolsa os lucros são parentes das personalidades ou instituições que compraram os direitos autorais.

Um bom exemplo é o da eterna estrela Marilyn Monroe, que aparece em sexto lugar, com faturamento de US$ 8 milhões, resultado da expressiva ajuda da musa para vender milhares de produtos pelo mundo.

Confira a lista (em US$):

1- Elvis Presley (40 milhões); 2 – Charles M. Schulz (35 milhões); 3 – J.R.R. Tolkien (23 milhões); 4 – John Lennon (21 milhões); 5 – Theodor Dr. Seuss-Geisel (18 milhões); 6 – Marilyn Monroe (8 milhões); 7 – George Harrison (7 milhões); 8 – Irving Berlin ( 7 milhões); 9 – Bob Marley (7 milhões); 10 – Richard Rodgers (6,5 milhões); 11 – George and Ira Gershwin (6 milhões); 12 - Jimi Hendrix (6 milhões); 13 – Alan Lerner e Frederick Loewe (6 milhões); 14 – Cole Porter (6 milhões); 15 – James Dean ( 5 milhões); 16 – Dale Earnhardt Sr. (5 milhões); 17 – Jerry Garcia (5 milhões) 18 – Freddie Mercury (5 milhões); 19 – Tupac Shakur (5 milhões); 20 – Frank Sinatra (5 milhões).

QUADRINHOS

Dezembro 14, 2007 por nonatoalbuquerque

Estátua em honra a Zorro

O personagem do ”Zorro’ é muito conhecido de todos nós. Pois ele agora acaba de ser imortalizado numa estátua.

O astuto espadachim de  máscara negra que era verdadeira dor de cabeça para os colonizadores espanhóis da Califórnia colonial, ganhou sua estátua na localidade de Barranca del Cobre, um povoado do estado mexicano de Sinaloa, onde segundo a lenda teria nascido em 1794.

Pelo que eu lí, “Diego de la Vega, o verdadeiro nome de ‘El Zorro’, ficou imortalizado em um de seus clássicos lances em uma estátua erigida num hotel do povoado e foi inaugurado pelas autoridades do setor turístico. Segundo a lenda, Diego, filho de um espanhol dedicado à mineração, foi viver com seu pai na alta Califórnia, então território mexicano em 1805 e 15 anos depois chegaram até Barranca del Cobre as historias do ’Zorro’. “A história foi ficando no esquecimento, mas por volta de 1820 começaram a chegar notícias das façanhas de um herói bandoleiro da California que defendía os pobres da opressão e da injustiça espanhola. Esse intrépido personagem se chamava ’El Zorro’, a quem logo se ligou ao jovem Diego”, recorda o comunicado da prefeitura.No cinema, Zorro foi vivido por Douglas Fairbanks, Tyrone Power e Antonio Banderas, além ter sido o mítico personagem imortalizado nas histórias de quadrinhos, na literatura (como no recente romance da chilena Isabel Allende, ‘El Zorro’) e inclusive na tv, com a telenovela ‘Zorro’ que está sendo exibida atualmente pela Rede Record. Fonte: Notícias Insolitas

1903: Patenteada a casquinha de sorvete

Dezembro 13, 2007 por nonatoalbuquerque

No dia 13 de dezembro de 1903, um imigrante italiano nos Estados Unidos patenteou um wafer sobre o qual vendia sorvete. A casquinha de sorvete enrolada, como a conhecemos hoje, surgiu mais tarde.

O imperador romano Nero já era tão fascinado por delícias geladas que seus escravos tinham que trazer gelo dos Alpes italianos. O gelo era então saboreado com purê de frutas e mel. No século 13, nas suas viagens pelo mundo, Marco Polo aprendeu dos chineses como no inverno produzir sorvete a partir de leite congelado, suco concentrado de frutas, chocolate ou aroma de baunilha.

No século 16, um confeiteiro italiano da Sicília descobriu que determinada quantidade de salitre fazia a água congelar. Um século depois, o sorvete italiano começou a conquistar a Europa. No final do século 18, foi aberta a primeira sorveteria no norte da Alemanha, em Hamburgo. A iniciativa foi de um refugiado francês, que oferecia uma ampla variedade de delícias geladas.

Foram os norte-americanos, entretanto, que começaram a sua produção em escala industrial. Em 1850, o comerciante de leite Jacob Fussel abriu uma pequena fábrica de sorvete na Pensilvânia, para não ter que jogar fora o creme que deixava de vender.

Já a história dos gelatieri italianos teve seu auge em meados do século 19, na região de Vêneto. O que os Estados Unidos representaram para a indústria, a Itália representou para a gastronomia.

Várias versões para a origem

As primeiras carrocinhas de sorvete eram de vendedores de castanhas e peras, que ficavam desempregados no verão. Conta a história que eles aprenderam o ofício de um siciliano. Não demorou para que se espalhassem pela Europa. Em 1865, já havia uma carrocinha de sorvete em Viena, dando lugar em seguida à primeira sorveteria.

Pelas suas características térmicas e cremosas – muito próprias –, um aspecto muito importante na história do sorvete é a forma como é servido. No princípio, em pratos, depois em taças especiais. Há diferentes versões para o surgimento da prática e ecológica casquinha de sorvete, como a conhecemos hoje.

Uma delas refere-se a Ítalo Marchioni, imigrante italiano nos Estados Unidos, que em 13 de dezembro de 1903 patenteou um wafer criado por ele para servir sorvete. O registro de patente número 746971 valeu-lhe uma estátua em sua terra natal, na italiana Longarone.

Ele havia emigrado para a América no final do século 19. No centro de Nova York, começou a vender sorvete de limão num carrinho de mão. Como os pratos fossem pesados de carregar e difíceis de limpar na rua, teria inventado um porta-sorvetes comestível, à base de um wafer redondo enrolado.

Inspiração na zalabia síria

Outra versão para o cone de sorvete é defendida por Mary Lou Menches, professora na Universidade de Illinois. Seu avô, Charles Menches, vendia sorvete num estande na tradicional exposição anual, todos os verões, em Saint Louis. Em julho de 1904, ele queria oferecer um sorvete a uma linda garota, mas não dispunha mais de pratos limpos.

Na corrida, ele teria sido auxiliado pelo estande vizinho. Era o imigrante sírio Ernest Hamwi, que oferecia zalabia, uma especialidade da Síria, feita à base de farinha, açúcar, ovos, casca de limão e aroma de baunilha, prensado num ferro especial. Quando ele ficava bem dourado, era enrolado em forma de cone e enchido com creme de frutas.

Charles Manches comprou uma zalabia sem recheio, deixou esfriar e encheu com sorvete. Mais um destes inventos criados pela força da necessidade e que ficou famoso em todo o mundo. Logo que acabou a festa, resolveu industrializar o invento, que fez o maior sucesso nas quermesses seguintes. As provas são guardadas com muito carinho por Mary Lou, que expõe os utensílios na sorveteria da família no Estado norte-americano de Ohio. 

Fonte: UOL

Humor

Dezembro 13, 2007 por nonatoalbuquerque

 Clîchês de Hollywood

lista de coisas que sabemos
graças ao cinema americano
Javi Moya foi quem listou na internet os clichês das super-produções de Hollywood.

. Em toda investigação policial que se preze, é necessário visitar no mínimo um clube de striptease.

. Se alguém te persegue pelo centro da cidade, sempre podes surpreendê-lo ocultando-se no meio de uma procissão de São Patrício, que se celebra indistintamente e, qualquer época do ano.

. Todas as bolsas de compra do supermercado devem conter, no mínimo, uma bisnaga de pão que sobressaia um pouco.

. Todos os números de telefones dos EUA começam por 555.

. É fácil pilotar um avião e aterrissar se houver alguém na torre de controle orientando a operação por rádio.

. Os sistemas de ventilação dos edifícios são o esconderijo ideal: a ninguém ocorre olhar neles e servem, ademais, para conseguir escapar por qualquer parte do edifício sem dificuldade.

. Se tem que recarregar a pistola, sempre dispõem de suficiente munição, ainda que esteja despido.

. Se há uma perseguição por um mercado o que se vê? Uma banca cheia de melões ou um carrinho de gelados, não há dúvida de que serão atropelados por algum dos veículos participantes da perseguição.

. É muito provável que sobreviva a qualquer batalha, a menos que se cometa o erro de mostrar a alguém uma foto de teu noivo/noiva.

. Já viu em filmes sobre II Guerra: se alguém tem que passar por um militar alemão, não é preciso nem falar o idioma; basta ter sotaque alemão.

. A torre Eiffel pode ser vista de qualquer janela de Paris.

. Um homem não emite um só som enquanto vive uma grande luta, mas se queixa quando uma mulher tenta limpar-lhe as feridas.

. Se tem que pagar um táxi, não se busca um bilhete na carteira: basta sacar o que tem no bolso seja lá quanto for. Sempre será a quantia exata.

. As cozinhas não têm interruptores de luz. Se alguém entra na cozinha de noite, deber abrir a geladeira e iluminar com a luz interior.

. No caso das casas mal assombradas ou com fantasmas, as mulheres sempre investigam qualquer ruído ruído vestidas unicamente com peça de roupa interna.

. Todas as manhãs, as mães sempre cozinham oovos e toucinho para a família, embora o marido e os filhos não tenham tempo para comê-los.

. Os automóveis que se chocam quase sempre acabam explodindo, ardendo em chamas ou ambas as coisas, ainda que não tenham nem uma gota de combustível.

. As mulheres de cidades e povoados medievais se depilavam com frequência e sempre tinham uma dentadura perfeita.

. Um agente secreto ou detetive só resolvem um caso quando lhe retiram a condição. 

. As bombas vão equipadas com relógios que têm telas com grandes números vermelhos para que todo o mundo saibam quando vão explodir.

. Sempre é possível estacionar diante de um edifício ao qual se visita mesmo que haja grande movimento.

. Quando estão a sós, os estrangeiros preferem falar em inglês entre eles.

. Os americanos nunca fecham a porta do carro, ainda que o façam no bairro mais violento que é o Bronx.

. Quando alguém volta a casa depois do trabalho, a primeira coisa a fazer é servir-se de um uísque do bar. A cubeira sempre conserva o gelo em perfeito estado durante toda a jornada laboral.

; Qualquer objeto que se precipite sobre a Terra (ovni, meteorito…) sempre acabará aterrissando em solo norte-americano ou, pelo menos, o intentará.

. Ainda que se tenha feito sexo a noite toda, ao levantar-se da cama se faz com tal pudor que se leva o lençol até o banheiro.

. Antes de (intentar) matar ao herói do turno, o vilão lhe explicará com todos os detalhes qual é o seu plano equais vão ser seus próximos movimentos.

. Em vez de eliminá-lo com um tiro, o vilão sempre deixará o herói atrapalhado em várias situações difíceis para que logo consiga escapar e ir diretamente matá-lo.

. Em qualquer bar norte-americano, basta que se pronuncie a frase “dá-me uma bebida”, para que o barman sirva exatamente aquela que a pessoa deseja tomar. 

. Nos EUA existe um tipo de de fita isolante desenhada especialmente para amordaçar aos sequestrados. Ela é reconhecível pela sua inconfundível cor prateada.</font>

SHREK EXISTIU

Dezembro 12, 2007 por nonatoalbuquerque

noname.jpg
E falava 14 idiomas….
O personagem de desenho animado que é sucesso em todo mundo
foi criado a partir de uma máscara mortuária do francês Maurice Tillet.

Poeta e ator, Tillet nasceu em 1903.

Muito inteligente, falava 14 idiomas Na adolescência, contraiu uma doença rara, chamada acromegalia, que causa a desfiguração de partes do corpo.
A transformação para um quase “monstro” não o abateu.

Ele emigrou para os Estados Unidos e converteu-se num profissional da Luta livre, com o nome de “Assustador ogre do ringue”.

Lutou até quando pôde. Morreu em 1954, aos 51 anos, de um ataque cardíaco.

Pouco antes, seu parceiro de partidas de xadrez, Bobby Managain, pediu para fazer um lifecast ( máscara mortuária) dele.

Tillet concordou e Bobby fez cópias em gesso da cabeça do amigo.
Uma delas foi para o Museu internacional da Luta Livre, em Iowa.

A outra foi parar no Hall of Fame do York Barbell Building ara mostrar os primórdios das formas da luta livre moderna e do halterofilismo.

Foi esta réplica que serviu de modelo para a construção de Shrek.

noname1.jpg

Fonte: HV

Tempo

Dezembro 12, 2007 por nonatoalbuquerque

Calendário
qual a duração exata do ano?

Estamos quase chegando ao fim do ano e gostaríamos de lembrar que a duração exata dele, quer dizer, o tempo que tarda a Terra em dar a volta ao redor do sol, é de 365 dias, 5 horas, 48 minutos e 46 segundos, o que se resume como 365 dias e um quarto (que na realidade seriam 365 días e 6h). Por isso mesmo, a cada quatro anos temos um ano bisexto, de 366 dias.Ademais, para corregir a inexatitude de 365 días 4 um quarto, certos anos que deveriam ser bisextos não o são. A regra para saber se um ano é bisexto ou não é a seguinte: Um ano é bisexto se é divisível por 4, excepto aqueles divisíveis por 100 mas não por 400. 

POESIA

Dezembro 9, 2007 por nonatoalbuquerque

natal no planeta
Nonato Albuquerque

A acrisolada partitura do cântico se renova.
Eleva-se das paragens terrenas um meigo afeto
Ao menino virtude que do céu se fez e objeto
É de desejo para seguirmos os passos seus na prova.

Entoam-se hinos de louvores e de cada alcova
Onde dormitam sonhos em meio ao rude concreto,
Ressurgem esperanças de albergar sob esse teto
A força da paz substituindo a dor que se reprova.

Sublime lembrança nossa desse espírito modelo,
Põe-nos outra vez na mira de tua preferência;
Inunda-nos de amor para que a vida não seja apenas isto:

Um mar de provas, onde muitas vezes nosso apelo
É para que encontremos bálsamos na luz da ciência
Quando a medicação já temos e ela se chama Cristo.

REFLEXÕES

Dezembro 9, 2007 por nonatoalbuquerque

novelos de lã

Tres rolos de lã trazemos
quando aportamos na Vida
um verde, grata esperança
em busca de que o destino
nos seja pleno de Luz;
um vermelho, o do perigo
que é líquido em nosso corpo
e o azul, vitalizado
na energia que é o amor…
Qual deles desfiamos primeiro?
Com qual mais nós nos atamos?
De qual tecemos mais fios
buscando o encanto da Vida?
Tres rolos de lã recebemos
quando adentramos na vida;
com eles tecemos coisas
que se entrelaçam no tempo.
Verde, azul ou vermelho
quais deles mais nos fiamos?
Com eles, prendemo-nos aos amigos
ou nos atamos aos nós
do famigerado destino…

Qual desses rolos de lã
eu desfiei mais no tempo?

PIRELLI lança CALENDÁRIO 2008

Dezembro 8, 2007 por nonatoalbuquerque

Como todos os anos, a Pirelli está lançando o seu calendário 2008 com formosas mulheres. Para isso, a empresa escolheu para a edição número 35 a cidade de Xangai, inspirando-se na cultura oriental.

Para este calendário participaram 11 modelos entre as quais encontramos as novas tops como Lily Donaldson, Agyness Dean , Caroline Trentini e Coco Rocha entre outras. Também destaca-se a participação de modelos orientais e de atrizes como Maggie Cheung.

Com este calendário, Pirelli quer celebrar a implantação de sua nova filial na China e para isso Patrick Demarchelie, que foi o fotógrafo oficial de Lady Diana, se encarregou de dirigir as modelos.

O calendário Pirelli tem tiragem limitada e só é distribuído entre os altos executivos e pessoas de grande relevância, já que não é colocado à venda.

CALENDÁRIO

Dezembro 8, 2007 por nonatoalbuquerque

Dia da Justiça

 

A Justiça no Brasil começou a ser instalada em 1530, quando Martim Afonso de Souza recebeu amplos poderes de D. João III, Rei de Portugal, para, inclusive, sentenciar à morte autores de delitos então considerados mais graves. No Rio Grande do Sul, a história do Judiciário tem início no dia 03 de fevereiro de 1874. Nesse dia, às 11 horas, foi instalado na Rua Duque de Caxias, 225 – um prédio alugado que hoje não existe mais -, o Tribunal da Relação de Porto Alegre, com jurisdição sobre as Províncias de São Pedro do Rio Grande do Sul e Santa Catarina.